A nova geopolítica do Ártico: Rússia, China e UE

O Ártico está mudando. Enfrentando desafios impulsionados pelas exigências de recursos, mudanças nas relações de poder e nas mudanças climáticas, o topo do mundo exige a atenção dos estados europeus e das autoridades da UE. Este artigo examina as principais questões geopolíticas do Ártico, como o desenvolvimento dos recursos energéticos da região, o potencial subjacente a conflitos e a crescente presença da China na região. Argumenta que, para descompactar as complexidades da região, precisamos reconhecer a diversidade no Ártico numa série de questões e diferenciar diferentes níveis de análise: o internacional e o regional.

Além disso, este documento argumenta que a abordagem da UE ao norte sofre como resultado de uma deficiência geral nas políticas externas da UE, nomeadamente incoerência e uma multidão de vozes e opiniões. Para ter uma política ártica mais eficaz, a UE precisa distinguir entre os diferentes níveis descritos aqui, aumentar a conscientização sobre as questões que o Ártico enfrenta entre seus estados membros e políticos e comunicar melhor a relevância da União para os países árticos. A UE deve considerar o Ártico principalmente como uma prioridade estratégica de longo prazo e como uma área de crescente importância geopolítica.

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Fonte: Andreas Østhagen /martenscentre.eu

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